Você sabe quais são os meios eletrônicos de pagamento?

Com a popularização das tecnologias, as formas de pagamentos eletrônicas ganharam força nos últimos anos. Cada vez menos, os clientes levam dinheiro em espécie em suas carteiras

Homem acessando formas de pagamentos em caixa eletrônico

(Crédito: ilze79/123RF)

Se o termo meios eletrônicos de pagamento não parece familiar para você, saiba que nada mais são do que ferramentas alternativas ao dinheiro em espécie. Disponibilizar essas formas de pagamentos no seu negócio pode fazer uma diferença na experiência de compra dos seus clientes. Consequentemente, você aumenta a taxa de fidelização.

Essas formas de pagamentos eletrônicos podem ser efetuada de diversas formas, seja por meio do ambiente online do seu próprio banco, através de caixas eletrônicos. Ou também de serviços especializados tanto no envio como no recebimento de pagamentos sem precisar sequer sair de casa.

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Conheça as diversas formas de liquidação financeira através dos meios eletrônicos de pagamento em uma lista organizada pelo Sebrae.

Opções bancárias

  1.  Transferência de crédito: ordem de pagamento com a finalidade de creditar determinada quantia para o estabelecimento em que a compra é realizada. Ou seja, é transferir uma determinada quantia de uma conta bancária para outra. É o sistema de pagamento mais usado do país. Pode ser realizado via Transferência Eletrônica Disponível (TED), Documento de Crédito (DOC) e Bloqueio de Cobrança.
  2. Débito Direto: o cliente autoriza o banco ou a loja a fazer um débito em sua conta corrente para pagamento do produto ou serviço prestado. Geralmente, é usado para liquidar obrigações recorrentes como conta de telefone.

Cartões de pagamento

Têm apresentado um crescimento significativo no país. Os chamados “dinheiro de plástico” são subdivididos em sete categorias.

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  1. Cartão de débito: realiza o pagamento por meio de débito em conta bancária no ato da compra. Ou seja, exige que o comprador tenha dinheiro em conta no momento da transação.
  2. Cartão de crédito: permite o cliente comprar e fazer saques mesmo que não disponha do valor em sua conta naquele momento. O cartão de crédito possui um limite financeiro para essas transações que deve ser pago posteriormente.
  3. Cartão private label: é vinculado a um determinado estabelecimento comercial. Por isso, seu crédito só é válido para as lojas dessa rede. Muito comum em lojas de departamento e supermercados.
  4. Cartão híbrido: agrega as funcionalidades do cartão de crédito e do private label. Permite seu uso no estabelecimento que o emitiu e é aceito em mais lojas, como um cartão de crédito comum.
  5. Co-branded: voltado ao atendimento de nichos de mercado. Por meio de esforços do emissor e da organização parceira agrega valor ao usuário.
  6. E-money: tem um valor armazenado eletronicamente. É debitado à medida que o cliente utiliza para pagamentos de compras e serviços. Diferentemente dos demais cartões, não requer autorização online ou débito na conta bancária do cliente no momento da transação.
  7. Cartão pré-pago: tem uma carga de crédito definida previamente. Os cartões telefônicos, de refeição, de alimentação, de combustível, de transporte e de pedágio estão nessa categoria.

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