5 estratégias para você aumentar a felicidade no ambiente de trabalho

Vejas as dicas de especialistas para você encontrar a felicidade no campo profissional e ficar mais motivado

(Crédito: 123RF)

Você acha que conseguiu o emprego dos sonhos, mas poucos meses depois começar a sentir frustrado e desmotivado. Quem se identifica com essa situação não está sozinho. Uma pesquisa recente do Gallup revelou que 85% dos funcionários em todo o mundo não estão engajados e não encontram felicidade no ambiente de trabalho.

Em artigo recente publicado no site Entrepreneur, as consultoras Danielle Harlan e Anne Loehr, especialistas em cultura estratégica e desenvolvimento de pessoas, disseram que é comum ver bons profissionais sufocados pela monotonia das tarefas rotineiras e pela incapacidade de mudar a cultura da empresa. No entanto, segundo as consultoras, há um pequeno grupo de pessoas que parece ter uma postura exatamente oposta. Não importa que
função exercem: de alguma forma, sempre conseguem tirar do trabalho uma experiência positiva. São os “dissidentes construtivos”, profissionais que evoluem em suas carreiras sem deixar de se divertir. são chamados de
Harlan e Loeher listaram 5 estratégias adotadas por esses profissionais para ter felicidade no ambiente de trabalho.

1. Seja um viciado em melhorias

A funcionária de uma grande empresa inovou a forma de testar um produto novo com os consumidores ao ignorar as pesquisas e se voluntariar para participar programa de aceleração da empresa com os clientes a fim de entender sua jornada. Ela foi a primeira funcionária de toda a empresa a experimentar o produto em primeira mão, o que lhe proporcionou uma visão única dos pontos a serem melhorados.

Os dissidentes construtivos não esperam uma grande inspiração para sugerir mudanças. Eles estão atentos para identificar produtos e processos que não estão funcionando e transformá-los em oportunidades de inovação.

2. Não peça permissão

Diante da alta de rotatividade de funcionários devido à falta de oportunidades de progresso dentro de uma empresa, um gerente de programas criou, sem consultar ninguém, um projeto de desenvolvimento de carreira para sua equipe. A experiência foi um sucesso e o programa foi implementado em toda a organização.

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Pessoas disruptivas não perdem tempo se submetendo a políticas e processos organizacionais para inovar. Ao invés disso, eles desenvolvem novas soluções, testam e compartilham os resultados, estimulando a empresa a dar um novo passo.

3. Crie as condições para ouvir um “sim”

Um dos principais problemas enfrentados pelos dissidentes construtivos é a resistência à mudanças dentro da empresa. O consultor de negócios e empreendedor Eugene Gamble, descreveu como enfrentou isso ao instituir uma estratégia de mudança a qual ele se referiu como “sem compromisso”. Gamble abordou a equipe de sua empresa explicando que testaria um sistema novo por tempo limitado e, se houvesse problemas, voltaria ao sistema antigo.

Gamble afirma que não teve medo de uma reprovação dos funcionários. “Depois que começamos, a equipe viu as vantagens da novidade e superou o medo da mudança. Ele diz que a chave é conseguir o compromisso inicial de mudar. “Uma vez que a inércia é superada, você consegue avançar”.

4. Procure campeões

Melissa Kennedy, atual diretora de inovação da 48Innovate, trabalhava na gigante de tecnologia corporativa Cisco quando teve a ideia de implantar um sistema de conteúdo de distribuição na Web que melhor atendesse aos clientes e aumentasse o volume de negócios da empresa. “Conseguir emplacar um projeto, mesmo tão simples, em uma estrutura grandiosa e complexa como a da Cisco não foi uma tarefa fácil”, disse Kennedy.

Ai invés de lutar contra a burocracia, a executiva decidiu começar com um piloto e tirar vantagem do lado positivo de estar em uma grande empresa: atraiu uma celebridade para endossar a sua ideia. “Eu chamei nada menos que Lebron James no meu escritório. Ele testou a ideia e se ofereceu para participar do piloto. O projeto foi aprovado e gerou mais negócios para a empresa”.

Estando ou não em uma grande empresa: se você quer criar mudanças reais, encontrar seus campeões internos ou “patrocinadores” é tão importante quanto a qualidade do seu produto ou ideia.

5. Abrace a falha

De acordo com Harlan e Loeher, pessoas acostumadas com o sucesso veem o fracasso como uma possibilidade aterrorizante. No entanto, se o seu objetivo é ser bem-sucedido na carreira e sobretudo abrir o próprio negócio em algum momento terá que aprender a assumir riscos. Dissidentes construtivos não temem o fracasso porque não pretendem ser perfeitos. Eles aprendem com os erros e encontram inspiração e motivação naquilo que não funciona.

Você não precisa adotar todas essas estratégias para ser um dissidente construtivo. Seguir apenas uma delas pode ajudá-lo a se sentir mais feliz e motivado para criar mudanças positivas na empresa que trabalha ou no seu próprio negócio.

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